
Crônicas
Saída de emergência
Trepida.
Me vem, primeiro pelo barulho externo que pelo chacoalhar do corpo.
Depois, o conforto de um ambiente climatizado.
Estou em trânsito, como gosto, dormindo a caminho de um novo horizonte [muito embora, seja o mesmo de um momento anterior, que não é esse].
Minha quilometragem fortalece os sorrisos que virão.
Quero gozar do tempo que ainda tenho. Quero me dar o sabor de estar comigo mesma. Passear comigo. Tomar sorvete no parque, como se eu estivesse de mãos dadas com outras mãos, que não as minhas.
O silêncio é extremamente necessário na vida.
As desilusões, saídas de emergência.























